CÉSAR AUGUSTO
VENÃNCIO DA SILVA. BACHARELANDO EM BIOLOGIA – UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL. Especialista
em Hematologia – FACULDADE MAXIMUM. ESPECIALISTA EM ONCOLOGIA – FACULDADE
BATISTA DE MINAS GERAIS.Farmacologista Clínico – Especialista - CENTRO
UNIVERSITÁRIO – ATENEU – FORTALEZA – 2016. Pesquisador: Biologia do CÂNCER. Licenciado
em Biologia – CENRO UNIVERSITÁRIO UNIFAVENI. Especialista em Análises Clínica
- FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS. DOCENTE.
AULA PRT 31234123 CÉSAR AUGUSTO VENÃNCIO DA SILVA ONCOLOGIA IMUNOLOGIA E GENÉTICA – ATUALIZADO EM segunda-feira, 29 de abril de 2024, AS 12:50:55. Hora de Brasília.
DEBATES PROPOSTOS NAS DISCIPLINAS:
GENÉTICA.
GENÉTICA E IMUNOLOGIA.
Discussão – Proposta de debates.
Especificidade e diversidade: As
respostas imunológicas são específicas para cada antígeno. A porção do antígeno
que é reconhecida na célula linfoide determina o antígeno ou epítopos.
A
importância do antígeno.
Amplitude
conceitual dos epítopos.
1 - O sistema imunológico é constituído por uma
intrincada rede de órgãos, células e moléculas, e tem por finalidade manter a
homeostase do organismo, combatendo as agressões em geral. A imunidade inata
atua em conjunto com a imunidade adaptativa e caracteriza-se pela rápida
resposta à agressão, independentemente de estímulo prévio, sendo a primeira
linha de defesa do organismo. Seus mecanismos compreendem barreiras físicas,
químicas e biológicas, componentes celulares e moléculas solúveis. A primeira
defesa do organismo frente a um dano tecidual envolve diversas etapas
intimamente integradas e constituídas pelos diferentes componentes desse
sistema
2 - Células tronco pluripotentes da medula
óssea dão origem às células progenitoras mieloides e linfoides. Os progenitores
linfoides, por sua vez, dão origem aos linfócitos T, B e células NK. As células
que vão se diferenciar em linfócitos T (LT) deixam a medula óssea e migram para
o timo, onde ocorre todo o processo de seleção e maturação. Apenas os
linfócitos T maduros deixam o timo e caem na circulação. As células, que vão se
diferenciar em linfócitos B (LB), permanecem na medula óssea e, ao final de sua
maturação, deixam a medula e entram na circulação, migrando para os órgãos
linfoides secundários
LINFÓCITOS B
CARACTERÍSTICAS DAS IMUNOGLOBULINAS
Cada molécula de imunoglobulina (Ig) é constituída por
duas cadeias pesadas e duas cadeias leves ligadas por pontes dissulfeto.
Existem cinco tipos de cadeias pesadas denominadas α, γ, δ, ε e µ, que definem
as classes de imunoglobulina IgA, IgG, IgD, IgE e IgM. As cadeias leves são de
dois tipos, κappa (κ) e lambda (λ). A especificidade de ligação ao antígeno é
definida pela porção variável (Fab) da molécula, constituída pela união das
regiões variáveis das cadeias leve e pesada da imunoglobulina.
As moléculas responsáveis pelo
reconhecimento de antígenos nos LB são as imunoglobulinas de membrana, IgM e
IgD. Estas são a contrapartida dos receptores de linfócitos T (TCR) e por
analogia são denominadas receptores de linfócitos B (BCR) em alguns contextos.
Os LB são inicialmente produzidos no saco vitelino,
posteriormente, durante a vida fetal, no fígado e finalmente na medula óssea.
As células que vão se diferenciar em LB permanecem na medula óssea durante sua
maturação e os LB maduros deixam a medula e entram na circulação, migrando para
os órgãos linfoides secundários(Abbas AK, Lichtman AH, Pillai S. Cellular and
Molecular Immunology, 6ª ed, Editora Saunders 2007.; Janeway CA, Travers P,
Walport Mark, Shlomchik M. Imunobiologia - O sistema imune na saúde e na
doença, 5ª ed, Editora Artmed, 2002.; Rudin CM, Thompson CB. B-CellDevelopment
and Maturation. Seminar in Oncology 1998; 25(4):435-46).
A importância do antígeno.
Os termos antígeno e anticorpo ENCONTRA-SE
VINCULADO ao estudo da Imunologia, relacionada com o sistema imunológico.
Saber caracterizar os dois conceitos é
fundamental para entender o processo de defesa do organismo contra partículas e
organismos estranhos.
Denominamos de antígenos as moléculas
capazes de reagir com um anticorpo. Essa reação pode provocar ou
não uma resposta do nosso sistema imune. Nesse último caso, o antígeno é
conhecido como imunógeno. Como exemplo de antígenos, podemos citar os vírus, as
bactérias e até mesmo partículas desencadeadoras de alergias.
→ Anticorpos
Os anticorpos, por sua vez, são glicoproteínas (proteínas que apresentam oligossacarídeos ligados) conhecidas
como imunoglobulinas (Ig). Essas proteínas, bastante específicas,
apresentam a capacidade de interagir com o antígeno que desencadeou sua
formação. A secreção dos anticorpos é feita pelos plasmócitos, células que
surgem a partir da diferenciação do linfócito B, uma
célula do nosso sistema imunológico.
Na Hematologia, nos debates comentei que existe a
necessidade do formando entender e conceituar as diferenças entre antígenos e
anticorpos. Para nós, pesquisadores compreender as diferenças entre antígenos e anticorpos é
essencial para o entendimento do funcionamento do sistema imunológico.
Principalmente quando estamos diante de casos concretos.
No mesmo sentido, na Especialização
a Oncologia, em atividades suplementares recomendei a compreensão dos
conceitos, e trago, todavia mais detalhes no meu livro denominado:Neoplasias e
suas diversidades(Out de 20141.483 visualizações) https://pt.slideshare.net/cesaraugustovenanciosilva/neoplasias-e-suas-diversidades
Agora, aqui na Universidade Cruzeiro
do Sul, tenho a oportunidade de voltar a provocar os nobres colegas do
Bacharelado em Biologia, a ampliar suas referências em relação a Imunologia.
Existem diferentes populações de células B maduras,
que podem ser encontradas emdiferentes sítios anatômicos, com funções muitas
vezes diversificadas. As células B-1 e MZ-B parecem ser pré-selecionadas para
reagirem a antígenos capazes de gerar respostas T independentes, atuando como
células B de memória inata. As células B foliculares atuam como percussoras das
repostas imunes T dependentes e podem sofrer adaptações celulares e moleculares
em resposta ao estímulo antigênico. Como resultado, temos as repostas mediadas
por plasmócitos maduros de vida longa capazes de sintetizar uma quantidade substancial
de anticorpos de alta avidez por vários anos. Estas respostas T dependentes
também elaboram um compartimento de células B de memória não secretoras de
anticorpos, que responde vigorosamente à reexposição antigênica.
As células T têm como uma de suas principais
características a atividade efetora auxiliar na ativação de outros subtipos
celulares, principalmente via secreção de citocinas e ação efetora direta sobre
células alvo, cujos exemplos emblemáticos são os LT CD8 citotóxicos. Várias
subpopulações de LT, classificadas principalmente pelo padrão de citocinas
secretado, vêm sendo descritas. Os principais subtipos efetores são os LTh1
(secretor de INF-γ e IL-2), LTh2 (secretor de IL-4,IL-10 e IL-13) e LTh17
(secretor de IL-17, IL-21 e IL-22). Outras subpopulações como os linfócitos NKT
e LTγδ representam populações muito heterogêneas quanto a sua capacidade
funcional, atuando ora como efetoras, ora como reguladoras. LT reguladores são
fundamentais no controle de praticamente todas as respostas imunes, atuando
sobre todos os subtipos celulares da imunidade inata e adaptativa. As TREGS naturais
originadas no timo e as populações de LT reguladoras induzidas na periferia,
incluindo as células CD8+Qa-1+, LT CD8+CD28- e
LT duplo-negativas, fazem parte deste diverso pool de
linfócitos imunomoduladores.
Não somente os LT podem exercer imunoregulação, mas
muitas vezes durante uma reposta efetora as células B podem se comportar tanto
como células efetoras ativas quanto como células imunomoduladoras, denominadas
BREGS. Estas últimas são capazes de controlar a magnitude da
resposta humoral e celular, trazendo de volta a homeostase imune e auxiliando
na manutenção da tolerância periférica.
Assim, compartimentos distintos de células T e B
antígeno-específicas podem ser recrutados na resposta efetora após um estímulo
local ou sistêmico. Os eventos moleculares necessários para seu
desenvolvimento, seleção, migração e ativação ainda estão sendo investigados e
a compreensão destas vias permitirá no futuro a manipulação específica de vias
efetoras celulares e humorais, facilitando a imunidade a microorganismos e
prevenindo doenças.
Amplitude conceitual dos epítopos.
Também conhecidos como determinantes antigênicos, os
epítopos são porções do antígeno que reúnem aspectos físicos e químicos que
favorecem o reconhecimento a regiões específicas dos anticorpos ou TCR´s. Uma
única molécula antigênica normalmente possui vários epítopos diferentes.
Os antígenos são substâncias que podem ser reconhecidas
pelas células T, células Bou ambas através de receptores representados por
anticorpo ou TCR (receptor decélula T) particular.
• Antígeno completo ou imunógeno: é capaz de ativar uma
resposta imune.
• Antígeno incompleto: não é capaz de ativar uma resposta
imune.
Os antígenos são substâncias que podem ser reconhecidas
pelas células T, células Bou ambas através de receptores representados por
anticorpo ou TCR (receptor decélula T) particular.
• Antígeno completo ou imunógeno: é capaz de ativar uma
resposta imune.
• Antígeno incompleto: não é capaz de ativar uma resposta
imune.
RECOMENDAÇÕES PARA ESTUDOS APROFUNDADOS
(TURMASHEMATOLOGIA E ONCOLOGIA – ESPECIALIZAÇÃO).
·
Abbas AK, Lichtman
AH, Pillai S. Cellular and Molecular Immunology, 6ª ed, Editora Saunders 2007.
Janeway CA, Travers
P, Walport Mark, Shlomchik M. Imunobiologia - O sistema imune na saúde e na
doença, 5ª ed, Editora Artmed, 2002.
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Rudin CM, Thompson
CB. B-CellDevelopment and Maturation. Seminar in Oncology 1998; 25(4):435-46.
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Obrigado a todos pela oportunidade
de renovar os conhecimentos e compartilhar o “Universal pelo(no) Regional
(Reitor Martins Filho, fundador da UFC – Universidade Federal do Ceará - 1956)
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diversidades.</a></strong> de <strong><a
href="//www.slideshare.net/cesaraugustovenanciosilva"
target="_blank">Cesar Augusto Venancio Silva</a></strong></div>

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